Degradação dos espaços verdes no Parque Tejo

O estado de degradação do Parque Tejo tem vindo a agravar-se, ano após ano, à custa de uma manutenção insuficiente, pouco rigorosa e de um desinvestimento numa das zonas verdes de referência da cidade de Lisboa.

Os outrora relvados verdejantes, não passam hoje de campos cheios de ervas daninhas e espécies invasoras. E se durante o Inverno até é possível criar a ilusão de um extenso tapete relvado, chegados a esta época do ano, e tem sido assim de há 4 anos para cá, a Natureza encarrega-se de nos mostrar que relva é algo que já pouco existe por ali.

 

Num altura em que celebramos os 20 anos da Expo’98, é lamentável verificar o abandono a que foi sujeito um dos legados daquela exposição.

Perante tudo isto, a ACIPN já solicitou esclarecimentos ao Departamento da Estrutura Verde da Câmara Municipal de Lisboa e ao Presidente da Junta de Freguesia do Parque das Nações, relativamente à recuperação dos relvados e demais vegetação de forma a que voltemos a ter um Parque Tejo de que todos nos orgulhemos.

Em resposta ao nosso pedido de esclarecimento, o Presidente da JFPN informou que “têm alertado a Câmara Municipal de Lisboa para a necessidade de reforço da qualidade do serviço de manutenção do Parque Urbano do Tejo e Trancão” tendo solicitado “um reforço da equipa de fiscalização, para apreciação no terreno dos níveis de serviço do novo prestador do serviço de manutenção dos espaços verdes”. Acrescenta que irá reforçar o pedido dando conhecimento da nossa comunicação à CML, na pessoa do Vereador José Sá Fernandes.

[UPDATE 11-07-2017]

Na sequência dos pedidos de esclarecimento enviados pela ACIPN aos serviços competentes da CML e ao vereador Sá Fernandes relativamente à degradação dos espaços verdes no Parque Tejo, a CML fez saber que a manutenção encontra-se normalizada.

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