Mais de metade dos novos carvalhos já morreu

Em setembro passado alertámos aqui para o estado em que se encontravam os recém plantados carvalhos da Alameda dos Oceanos. Apesar de tudo, ainda acalentávamos a esperança de que a Primavera pudesse revitalizar aqueles exemplares que na altura já pareciam irremediavelmente condenados. Infelizmente, a Primavera acaba de revelar, sim, o cenário que todos temíamos. Uma centena de carvalhos, mais de metade dos que foram plantados há cerca de um ano, já morreu. Inclusive alguns já tombaram devido à podridão do tronco.

De salientar igualmente o desmazelo em torno das caldeiras onde em alguns locais a erva já atinge 1 metro de altura. A todos os títulos, lamentável e um belo “cartão de visita” para os milhares de visitantes que esperamos receber em breve durante o Festival da Eurovisão.

    

Relembramos que a escolha destes carvalhos-roble (Quercus robur ‘Fastigiata’) para substituir as azinheiras (Quercus ilex) abandonadas à sorte (e à morte) a partir de 2013, foi justificada por se tratar uma espécie mais adequada ao local e que permitiria pôr termo ao problema fitossanitário das referidas azinheiras.

Fica por saber se o contrato de 74 mil euros adjudicado pela CML para plantação destas árvores, salvaguardava a replantação dos exemplares que não vingassem ou se nós, enquanto contribuintes, iremos ter de pagar uma nova replantação.

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