Azáfama no Parque Tejo

Nas últimas semanas, temos assistido a uma azáfama sem precedentes no Parque Tejo, com operações de desmatação, podas e replantação de taludes. A quantidade de sacos e montes com detritos vegetais espalhados pelos caminhos do parque é bem elucidativa do abandono a que este foi votado nos últimos anos fruto de uma manutenção insuficiente, pouco rigorosa e a anos-luz dos padrões de excelência evidenciados ao longo de 15 anos.

É de salientar a intervenção de desbastação na zona envolvente do Caminho das Gaivotas, junto ao passadiço, onde o enorme matagal acumulado ao longo de 4 anos, aliado à falta de iluminação, criara um clima de insegurança consubstanciado em algumas denúncias sobre práticas de toxicodependência e de cariz sexual bem como episódios de assédio.

Com estas intervenções, fica demonstrado que o problema principal não era o prestador de serviços, conforme se justificou a CML na reunião com a ACIPN em outubro passado. O prestador de serviços não mudou e o trabalho é agora visível no terreno. Uma questão de “timing”, talvez…

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