Ciprestes condenados a morte lenta

Aos poucos a Alameda dos Oceanos vai-se transformando num verdadeiro cemitério de árvores. Além das azinheiras, também os ciprestes em frente ao Pavilhão de Portugal mostram sinais alarmantes de agonia, tendo um deles já secado por completo. A confirmar tratar-se de cancro cortical dos ciprestes, uma doença grave causada pelo fungo “Seiridium cardinale” e cujo tratamento, além de dispendioso, por vezes não é eficaz, estamos em crer que em breve nada restará.

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A ACIPN lamenta que, tal como noutros casos, também aqui nada tenha sido feito para tentar minimizar o problema, nomeadamente através da erradicação imediata dos primeiros focos da doença que surgiram há menos de 2 anos. Chegámos assim a este ponto em que todos os ciprestes parecem estar irremediavelmente condenados a uma morte lenta.

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